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Baixa procura pela vacina contra a dengue preocupa especialistas

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) faz um alerta para a baixa adesão à vacina contra a dengue. Disponível em 1.921 cidades com alta incidência da doença, apenas metade das doses distribuídas pelo Ministério da Saúde foi aplicada.

Desde 2024 o governo enviou 6,3 milhões de doses aos estados e municípios, mas só 3,2 milhões foram aplicadas, segundo a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).

Casos em alta

Segundo a SBIm, em 2024 o Brasil bateu recorde de casos prováveis de dengue: 6,6 milhões de registros e 6.103 mortes. Outros 761 óbitos seguem em investigação. Em 2025, já são 101 mil casos e 15 mortes confirmadas.

Quem pode tomar a vacina?

A Qdenga, vacina fabricada pelo laboratório japonês Takeda e aprovada pela Anvisa, começou a ser distribuída no SUS em fevereiro de 2024.

Como a produção é limitada, a vacina é destinada apenas para crianças de 10 a 14 anos, faixa etária que mais sofre hospitalizações por dengue depois dos idosos. A imunização é feita em duas doses, com intervalo de 90 dias.

Especialistas reforçam importância da imunização

A presidente da SBIm, Mônica Levi, lembra que o Brasil foi o primeiro país a oferecer a vacina na rede pública, mas lamenta a baixa adesão.

“A Qdenga passou por rigorosos testes e foi aprovada no Brasil, Europa, Argentina e diversos países da Ásia”, afirma.

Ela reforça que completar as duas doses garante proteção por pelo menos quatro anos e meio e orienta que, mesmo em caso de atraso, a segunda dose deve ser aplicada sem necessidade de reiniciar o esquema vacinal.

Novidades na produção

O Instituto Butantan anunciou que começou a produzir sua própria vacina contra a dengue, chamada Butantan-DV, mas o imunizante ainda precisa da aprovação da Anvisa. A ministra da Saúde, Nísia Trindade, não acredita que haverá vacinação em massa já em 2025.

Enquanto a vacinação avança lentamente, especialistas alertam que combater os criadouros do mosquito ainda é a melhor forma de evitar a doença.

*Com informações da Agência Brasil, editadas por Alexandre de Paulo (Mtb – 53.112-SP). Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ABr

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